A temporada curitibana entra em contagem regressiva. Quinta estarei retornando. até lá espero que algumas coisas pelas quais estou torcendo aconteçam. mas isso é assunto para outro momento. por enquanto, reservo-me o direito a apenas relatar os últimos episódios.
olhar curitiba com o olhar de quem está há muito tempo vivendo no interior é muito interessante. é como se vc estivesse em outro mundo. um mundo agraciado com os benefícios conquistados pelo avanço da tecnologia e com as facilidades oferecidas pelo sistema capitalista. ao mesmo tempo, é interessante descobrir que a miséria que existe aqui é tão igual quanto a que existe do lugar onde vc vive.
um mundo onde o desejo do homem de ter o que fazer a hora que ele bem entender torna a vida bem mais agradável. exemplo: ir a um bar ao sair do trabalho às três da manhã e encontrar a festança no auge, longe do fim. ou engraxar o sapato na banca da praça onde vc ouve de tudo. conversas que vão de política nacional a caldo de cana que dá Mal de Chagas.
mais: caminhar pelas ruas e a qualquer momento entrar numa livraria bacana e encontrar o bloco de anotações que vc sempre quis comprar mas nunca tinha encontrado.
bom, tb encontrei amigos:
Denise, atualmente em Florianópolis disse mais ou menos com essas palavras que a vida na ilha não anda tão interessante assim e que pensa em voltar para cá.
Claudinho: “Zamba, vc anda muito caipira!”
Diogo, amigo do Claudinho: “não estou vendo
mais nada, já estou 3D!”
Deise, antiga moradora da fronteira: “capotei o carro
na estrada por causa de um geladinho.” ainda bem que o anjo
protetor dela trabalha até no domingo.
do velho amigo Escada, via MSN: “véio, vai pra noite,
bebe um negócio que embriaga muito e relaxa. não adianta
esquentar a cabeça.”
bom, tb é bacana o trampo aqui. experiência
bastante enriquecedora profissionalmente.
descobertas literárias. só conhecia por baixo a história
de Helena Kolody. hoje fui a pré-estréia de um documentário
sobre a vida da poeta paranaense e fiquei encantado com
sua poesia. fechou o dia em grande estilo.
o mais interessante é que mesmo
com tudo isso rolando estou com saudade
de casa e da Kelly.
olhar curitiba com o olhar de quem está há muito tempo vivendo no interior é muito interessante. é como se vc estivesse em outro mundo. um mundo agraciado com os benefícios conquistados pelo avanço da tecnologia e com as facilidades oferecidas pelo sistema capitalista. ao mesmo tempo, é interessante descobrir que a miséria que existe aqui é tão igual quanto a que existe do lugar onde vc vive.
um mundo onde o desejo do homem de ter o que fazer a hora que ele bem entender torna a vida bem mais agradável. exemplo: ir a um bar ao sair do trabalho às três da manhã e encontrar a festança no auge, longe do fim. ou engraxar o sapato na banca da praça onde vc ouve de tudo. conversas que vão de política nacional a caldo de cana que dá Mal de Chagas.
mais: caminhar pelas ruas e a qualquer momento entrar numa livraria bacana e encontrar o bloco de anotações que vc sempre quis comprar mas nunca tinha encontrado.
bom, tb encontrei amigos:
Denise, atualmente em Florianópolis disse mais ou menos com essas palavras que a vida na ilha não anda tão interessante assim e que pensa em voltar para cá.
Claudinho: “Zamba, vc anda muito caipira!”
Diogo, amigo do Claudinho: “não estou vendo
mais nada, já estou 3D!”
Deise, antiga moradora da fronteira: “capotei o carro
na estrada por causa de um geladinho.” ainda bem que o anjo
protetor dela trabalha até no domingo.
do velho amigo Escada, via MSN: “véio, vai pra noite,
bebe um negócio que embriaga muito e relaxa. não adianta
esquentar a cabeça.”
bom, tb é bacana o trampo aqui. experiência
bastante enriquecedora profissionalmente.
descobertas literárias. só conhecia por baixo a história
de Helena Kolody. hoje fui a pré-estréia de um documentário
sobre a vida da poeta paranaense e fiquei encantado com
sua poesia. fechou o dia em grande estilo.
o mais interessante é que mesmo
com tudo isso rolando estou com saudade
de casa e da Kelly.